Edição 470 (21/05)

Posted Junho 10, 2007 by cledcar
Categories: revista Época

 

“Uma parceria inteligente”

A parceria referida é a junção da inteligência com o conhecimento. Para Gurovitz, hoje temos de saber usar a informação, não só obter.

O editorial apresenta também comentários favoráveis ao capitalismo, que confirma essa regra de juntar conhecimento com inteligência. E também por ser dinâmico. “(…) o melhor de todos os sistemas econômicos que a humanidade já inventou”. Esquece-se de comentar sobre a pobreza, a má distribuição da renda, a ganância e outros males que o capitalismo traz a tiracolo. È sem dúvida o sistema em que melhor recompensa os profissionais, embora tenha suas contradições e malefícios. Porém o capitalismo implica na homogeneização dos mercados, na persistência das desigualdades sociais e no enfraquecimento do Estado, com o poder passando às multinacionais.

Edição 1960 (23/05)

Posted Junho 10, 2007 by cledcar
Categories: revista IstoÉ

 

“Eles voltaram”

“Afinal, acreditam, a memória do brasileiro é mesmo fraca”. Marques encerra o editorial com uma frase muito polêmica, mas que infelizmente é verdadeira. O texto versa sobre a volta ao cenário político de figuras manchadas pelo mensalão, como José Genoíno e Delúbio Soares. Este quer se candidatar a deputado. Aquele alega inocência e injustiça quanto à punição que recebeu no desenrolar do caso. Marques cita os dois como exemplos da falta de percepção do eleitorado quanto aos corruptos. Ficou provado o envolvimento dos dois no escândalo. Agora, junto com outras figuras, eles retornam para a política, crentes de que estão perdoados. Genoíno teve seus direitos cassados e recebia salário de deputado aposentado. Delúbio foi afastado e teve de voltar a dar aulas. Ambos continuaram tendo fontes de renda, e ainda assim julgam terem sofrido. E agora voltam a aparecer.

Edição 445 (23/05)

Posted Junho 10, 2007 by cledcar
Categories: revista Carta Capital

 

“Entre direitos e deveres”

A regulamentação do direito de greve é o assunto desta edição. AGV propôs projeto que prevê a comunicação 48 horas antes do inicio da greve para autoridades, a manutenção de 40% do serviço e a adesão de dois terços dos funcionários em assembléia. A medida surge agora que o período de greves se instaura, e passado o escândalo da greve dos controladores de vôo. Greves do funcionalismo público geram caos e transtornos, mas devem ser acatadas, segundo Carta. “O essencial é regular a greve, a favor da manutenção dos serviços públicos indispensáveis, sem que isso se transforme em uma forma de subjugar as reivindicações dos funcionários”.

 

“Reitores dobram Serra”

A disputa pela autonomia dos recursos das universidades paulistas gerou uma greve na USP e foi comentada por Carta. Para este, a autonomia das universidades permitiu melhorias, e desde que foi concedida, em 1989, puderam empreender projetos de pesquisa e desenvolvimento, valendo-lhes a publicação dos resultados em veículos conceituados. O controle de Serra não é visto como boa medida, visto que ficarão as universidades submetidas aos interesses do governo.

“O mandante condenado”

A condenação de Vitalmiro Bastos Moura, o mandante do assassinato da missionária Dorothy Stang em fevereiro de 2005, é vista como um exemplo de cumprimento das regras jurídicas. O vergonhoso crime finalmente tem seu desfecho correto.

 

“Espírito crítico na internet”

Carta fala sobre a reformulação do site da revista, com mais serviços e atualização das notícias.

Edição 2009 (23/05)

Posted Junho 10, 2007 by cledcar
Categories: revista Veja

 

“Veja não se omitiu”

A sentença da juíza Ana Carolina Vaz Pacheco foi o tema dessa edição. O editorial relata que o Partido dos Trabalhadores entrou com processo contra a revista sob a acusação de depreciar o partido. A sentença dá vitória à revista, e a juíza interpretou a atuação da revista como normal, pois não considerou difamação a veiculação de matérias. O texto do editorial se apóia nas considerações finais e entende que isto é uma demonstração da liberdade de imprensa. “A sentença (…) é um alento e uma prova da existência de um estado de direito sadio no Brasil”. A briga entre o partido e a publicação vêm de longe e se dá por questões ideologias, e o editorial não apresenta o conteúdo das publicações tidas como prova de difamação e ainda tenta se valer de vencedora dessa questão, provocando desde o título.