Edição 440 (18/04)

 

“Ora viva, missão impossível”

O artigo trata da fusão entre a Telemar e Brasil Telecom. Carta cita que autoridades são favoráveis, como o ministro Hélio Costa, das Comunicações, e olha com desconfiança a operação. “O problema é que, por trás do argumento plausível, transitam interesses pouco defensíveis”. A fusão parece uma operação que visa garantir o lucro de poucas pessoas e jogar a conta para o fundo de pensão dos trabalhadores das duas empresas. Ele ainda traça uma ligação do banqueiro Daniel Dantas com o fato e lembra que este usou dinheiro público em benefício próprio. È estranho como a fusão atraiu tanto a simpatia do governo, mas se verificar o montante do fundo de pensão envolvido, logo se percebe porque a operação tem tido aval das autoridades.

 

“Mais uma batalha perdida”

Carta faz um comentário acerca da demissão de Guido Rossi da Telecom Itália. O advogado saiu alegando não suportar a roubalheira na empresa, pois há interesses apenas em encher os bolsos de dinheiro.

 

“As quatro estrelas resistem”

Os bastidores da crise aérea foram abordados nessa seção. Há um racha entre as autoridades sobre o controle da aviação civil; o ministro da Defesa, Waldir Pires, não quer controladores militares, ao que o comandante da Aeronáutica Juniti Saito tenta manter. Aliado a isso, a CPI do Apagão Aéreo está para ser formada. Carta sintetiza com o seguinte: “O que toda essa confusão revela pe a falta de clareza no governo sobre a melhor forma de resolver o imbróglio”.

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